segunda-feira, 15 de julho de 2013

Querida filha

Eu e sua mãe estamos felizes por mais um aniversário que Deus está lhe proporcionando. Louvamos a Deus por sua preciosa vida. Lembro-me de cada fase da sua vida e também do seu rápido crescimento físico e espiritual. Várias situações me marcaram. Vamos recordar algumas: 1. Seu nascimento. Você antecipou alguns dias, por isso nós não tínhamos ainda o seu nome. Então, eu e sua mãe nos dedicamos a buscar em Deus o nome que Ele queria para você e Deus nos deu: L – A – R – I – S – S – A, um precioso nome que significa: CHEIA DE ALEGRIA. E filha, é exatamente isso que você veio nos trazer: ALEGRIA, que também é parte do fruto do Espírito, aliás é a segunda manifestação, sendo precedido apenas pelo amor. 2. Seus primeiros passos. Lembramo-nos muito bem, lá naquele prédio perto do Colégio Batista, na cozinha do apartamento. Quanta alegria sentimos ao vê-la, ainda indefesa e insegura, mas saíram seus primeiros passinhos. 3. Suas brincadeiras. Lembro-me quando deitado na minha cama, você agachava-se e por traz da guarda da cama, com todo cuidado para não ser percebida, de repente você tocava meus pés, me “acordava” e dizia: belé, belé. Ah! Filha, quantas saudades. 4. Seu novo nascimento e batismo. Agora seu entendimento já era maior. Você sempre mostrou interesse por Deus. Eu e sua mãe tivemos o privilégio de revelar a você o plano de salvação de Deus mediante Seu Filho, Jesus Cristo. Você sempre atenta, em obediência, declarou com a própria boca que Jesus Cristo é seu único e suficiente Salvador e Senhor. Não demorou muito e você cumpre mais uma ordenança e é batizada, pelo Pr. Júnior, lá na Igreja do Taquaral, em nome do Pai, do Filho e do Espírito. Nesse dia o Lucas também foi batizado. Deus continuava enchendo nosso coração de alegria ao ver nossos filhos seguindo o verdadeiro caminho. 5. Seu interesse por Deus. Há alguns meses atrás estávamos no culto de 3ª feira. Você estava sentada ao lado da sua mãe e atenta você observava a mensagem e fazia anotações na sua bíblia. Essa atitude, com certeza, alegrou em muito o coração de Deus e também o meu. Querida filha, muito ainda poderia ser escrito, mas deixo para você relembrar essas cinco situações. Finalizo desejando a você um feliz aniversário e muitos anos de vida na presença do nosso Deus e salvador Jesus Cristo. Com amor verdadeiro, seu pai.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

O poder da unidade

Nos últimos dias temos visto o povo brasileiro unido, alguns em manifestações pacíficas, outros usando tais manifestações para dar vazão às suas revoltas e instintos impiedosos e agressivos. A história confirma que a unidade de um povo pode contribuir tanto para o bem como para o mal. No livro de Gênesis, Capítulo 11, temos o relato de que o povo em unidade de pensamento, intenta construir uma cidade e uma torre – “Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra” (Gênesis 11.4). À primeira vista, o propósito parecia bom, mas Deus olhando para a intenção desse povo, que dizia: “tornemos célebre o nosso nome”, não aprovou esse projeto; por isso interferiu e o impediu, pois esse propósito tornaria o homem independente do seu Criador. Veja nos versículos seguintes o poder da unidade: “Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade” (Gênesis 11.6-7). Porém, nos últimos dias, Deus também promoverá a unidade do seu povo, com um único intento: “[...] para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17.21c). João relatou no Capítulo 17 do seu evangelho a conhecida oração sacerdotal de Jesus. Nos versículos 20 e 21 a oração de Jesus enfoca a unidade da Igreja, quando ora ao Pai dizendo: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste”. Portanto, a unidade da Igreja foi uma das prioridades na oração de Jesus e devemos nos esforçar para que ela ocorra de forma intensa no Brasil e no Mundo.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sete verdades contidas no livro de Jó

Introdução O livro de Jó está cheio de sabedoria, revelações e verdades espirituais que se colocadas em prática, fornece ao crente uma vida plena e abundante no SENHOR. 1ª Verdade: Deus é soberano e Satanás só age debaixo da vontade permissiva de Deus Jó é relatado como um homem: “[...] íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal.” Durante um diálogo entre Deus e Satanás, Deus lhe pergunta: “Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal.” (Jó 1.8) Satanás então rebate a Deus dizendo que Jó O temia por interesse, afinal Deus o abençoára em todos os sentidos. Além disso, Satanás identificou uma sebe (cerca viva de proteção) ao redor de Jó, fato evidente da proteção de Deus ao Seu servo. Em seguida Satanás faz a Deus a seguinte sugestão: “Estende, porém, a mão, e toca-lhe em tudo quanto tem, e verás se não blasfema contra ti na tua face.” (Jó 1.11). Em seguia Deus então aceita a sugestão do inimigo e no verso 12, Deus coloca sob o poder de Satanás tudo o que pertencia a Jó, porém com uma ressalva: "...somente contra ele não estendas a mão". Notamos nessas passagens que Deus é soberano e Satanás não teve como atingir a Jó, sua família e bens, sem que Deus o permitisse. 2ª Verdade: Satanás não consegue romper a sebe (escudo espiritual) que Deus coloca ao redor dos seus filhos No verso 10, Satanás mesmo revela o motivo pelo qual ele e seus demônios não puderam atingir Jó, a casa de Jó (esposa e filhos) e tudo quanto tinha (seus bens). Havia ao redor de Jó uma sebe (significa: confinar ou fechar com uma cerca ao redor). Essa proteção não era percebida fisicamente por Jó, pois se tratava de uma proteção espiritual. Satanás e os demais demônios são também seres espirituais que identificam facilmente essa proteção e são limitados por ela; sendo, portanto impedidos de agir – a menos que Deus mesmo retire a Sua proteção. Os versículos seguintes expressam de forma clara essa proteção: “O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem e os livra.” (Sl 34.7) e "Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre.” (Sl 125.2) 3ª Verdade: Nossa integridade e fidelidade a Deus não nos impede de sermos provados por Ele A integridade e a pureza de Jó foram observadas por Deus. Alguém poderia dizer: mas Jó temeu (Jó 3.25) os ataques do inimigo, abrindo uma tremenda brecha para Satanás operar. Entretanto, no segundo diálogo entre Deus e Satanás temos o seguinte relato: Perguntou o SENHOR a Satanás: “Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Ele conserva a sua integridade, embora me incitasses contra ele, para o consumir sem causa.” (Jó 2.4). Observe que Deus mesmo afirma: “[...] embora me incitasses contra ele, para o consumir sem causa.” Logo só há uma explicação para o caso de Jó. Ele foi tremendamete provado por Deus e Satanás apenas cumpriu os propósitos de Deus para confirmar que Jó realmente era um homem íntegro, temente a Deus e que se desviava do mal. 4ª verdade: Mesmo em meio ao sofrimento e provações podemos e devemos declarar nossa vitória e fé em Deus Jó 19.25-27: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim.” A declaração de fé e vitória feita por Jó foi fundamental e importante naquele momento de dor e sofrimento. Declarar é o mesmo que confessar, designar, profetizar em favor para que algo possa acontecer. A declaração profética de fé é contrária à atitude de murmuração; uma liberta a outra escraviza. Jó declarou fé no seu Redentor, profetizou a sua cura dizendo: “Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, [...]” e tudo aconteceu segundo a fé declarada, profetizada. 5ª Verdade: Em meio às provações devemos permanecer humildes, reconhecendo a grandeza de Deus No capítulo três Jó amaldiçoa o dia do seu nascimento, numa situação de pleno desespero, dor e angústia; afinal os ataques tinham sido impiedosos ao ponto de agora até a sua saúde ter sido atingida por tumores malignos por todo o corpo (Jó 2.7). E nesse momento de total fragilidade sua fé é confrontada ao ponto de dizer: “Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece.” (Jó 3.25). Porém as provações não acabaram aí, há um longo percurso a percorrer e agora – do capítulo 4 ao 28 – , seus três amigos, Elifaz, Bildade e Zofar, só lhe trazem julgamentos e condenação. Nos capítulos 29 ao 31, temos os relatos das defesas de Jó. Ele defende sua integridade perante Deus dizendo que nunca cobiçou, nem adulterou. Defendeu também sua justiça e sua vida de caridade. Afirmou que nunca foi infiel a Deus, nem vingativo ou hipócrita. Os capítulos 32 a 37 relatam as falas de Eliú, um jovem que com sabedoria e discernimento conduz Jó a uma reflexão sobre a sabedoria e a justiça de Deus e destaca também o Seu poder e a majestade. Nos capítulos seguintes, 38 a 42.6, temos o diálogo entre Deus e Jó. Deus se revela a ele como o Criador Soberano que tem todo o universo sob seu domínio. Perante a grandeza de Deus Jó se dobra e se humilha ao dizer: Jó 40.3-5: "Então, Jó respondeu ao SENHOR e disse: Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei." Jó 42.1-2: “Então, respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.” Jó 42.5: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” 6ª Verdade: Jamais devemos julgar alguém pelas circunstâncias pelas quais está passando Os amigos de Jó o julgaram e o acusaram de ter pecado, por isso a mão de Deus pesava sobre ele: 1. Elifaz (Jó 22.5): "Porventura, não é grande a tua malícia, e sem termo, as tuas iniqüidades?" 2. Bildade (Jó 18.14) "O perverso será arrancado da sua tenda, onde está confiado, e será levado ao rei dos terrores." 3. Zofar (Jó 20.4-7): “Porventura, não sabes tu que desde todos os tempos, desde que o homem foi posto sobre a terra, o júbilo dos perversos é breve, e a alegria dos ímpios, momentânea? Ainda que a sua presunção remonte aos céus, e a sua cabeça atinja as nuvens, como o seu próprio esterco, apodrecerá para sempre; e os que o conheceram dirão: Onde está”? 4. Eliú (Jó 32 - 36): Eliú, com sabedoria e discernimento não julgou nem condenou a Jó, mas o conduziu a uma reflexão sobre a sabedoria de Deus, sobre a justiça de Deus e destaca também o poder e a majestade de Deus. Entretanto, Elifaz, Bildade e Zofar, foram repreendidos por não falarem verdade a respeito de Deus. Para não serem punidos, precisaram da intercessão do homem que eles mesmos acusaram de pecado (Jó 42.7-9). 7ª Verdade: Atitudes corretas em relação a Deus trazem livramento e restauração “[...] A minha ira se acendeu contra ti e contra os teus dois amigos; porque não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.” ( Jó 42.7b) Deus avaliou cada palavra proferida por Jó e encontrou retidão em todas elas. Observe algumas atitudes de Jó perante o seu sofrimento: Jó 1.22: “Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma.” Jó 2.9-10: “Então, sua mulher lhe disse: Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre. Mas ele lhe respondeu: Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.” Jó 40.3-5: "Então, Jó respondeu ao SENHOR e disse: Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei." Jó 42.1-2: “Então, respondeu Jó ao SENHOR: Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.” Jó 42.5: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem.” Como resultado das atitutes corretas: “Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra.” (Jó 42.10) Conclusão As revelações e verdades espirituais contidas na Palavra de Deus nos conduzem a uma vida espiritual abundante, livre das artimanhas e dos laços do inimigo. A orientação de Jesus é: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8.32)

sábado, 6 de julho de 2013

Sete passos tomados por Davi para vencer Golias

Vamos primeiramente saber quem foi Golias. A Bíblia assim o descreve: “Um homem chamado Golias, da cidade de Gate, saiu do acampamento filisteu para desafiar os israelitas. Ele tinha quase três metros de altura e usava um capacete de bronze e uma armadura também de bronze, que pesava uns sessenta quilos. As pernas estavam protegidas por caneleiras de bronze, e ele carregava nos ombros um dardo, também de bronze. A lança dele era enorme, muito grossa e pesada; a ponta era de ferro e pesava mais ou menos sete quilos. Na frente dele ia um soldado carregando o seu escudo.” (1 Samuel 17.4-7 NTLH). Pela descrição acima Davi não tinha chance alguma de derrotar esse imenso filisteu; porém ao estudarmos todo o capítulo 17 de 1 Samuel vamos encontrar de forma bem distinta sete passos que levaram Davi à vitória. 1º passo: Motivação. Saul e todo o seu exército estavam apavorados e não sabiam como agir diante daquela situação. Porém, Davi ao saber que aquele que matasse o gigante receberia: (a) grandes riquezas, (b) casaria com a filha do rei, e (c) teria a isenção de impostos em Israel (1 Samuel 17.25), recebeu motivação necessária para lutar contra o gigante. Na verdade, todos os soldados do rei sabiam que tal trunfo traria todos esses benefícios; entretanto nenhum deles se motivou para derrotar o gigante. Davi porém, viu nisso uma grande oportunidade e motivou-se o suficiente para enfrentar Golias. A motivação gera força para lutar. Sem motivação nada pode ser conquistado. A motivação vence o medo. Logo é inegável que tal motivação desencadeou em Davi todos os demais passos que veremos. 2º passo: Comparar o inimigo com o poder de Deus. O Davi motivado começa agora a comparar o tamanho de Golias com o poder do seu Deus. Ele diz: "Quem é, pois, esse incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" (1 Samuel 17.26). Primeira comparação: Golias era incircunciso (não tinha parte na Aliança de Deus), ele (Davi) era circuncidado e herdeiro da Aliança de Deus feita com Abraão. Segunda comparação: Golias e seu exército tornaram-se desprezíveis quando comparados com “os exércitos do Deus vivo”. 3º passo: Trazer à memória vitórias anteriores. Davi, como pastor de ovelhas tinha experimentado vitórias esmagadoras contra leões e ursos. Veja o que ele disse a Saul: “Tenho matado leões e ursos e vou fazer o mesmo com esse filisteu pagão, que desafiou o exército do Deus vivo. O SENHOR Deus me salvou dos leões e dos ursos e me salvará também desse filisteu. (1 Samuel 17.36-37 NTLH). Davi reconheceu que IAVÉ, o Deus de Israel o salvou dos leões e dos ursos e que faria o mesmo com relação àquele filisteu. Davi atribuía a Deus a sua vitória e não à sua própria força ou capacidade. 4º passo: Usar a armadura correta. Saul, preocupado com Davi, ofereceu-lhe sua armadura, entretanto Davi nem conseguia andar com aquela imensa armadura. Assim Davi resolve enfrentar o gigante com as armas que ele habilmente manejava: 1 cajado (vara), 1 alforje (implemento de caça ou guerra), 1 surrão (sacola), 1 funda (arma feita de uma tira estreita de couro) e 5 pedras lisas do ribeiro. Devemos lembrar que nossas armas não são carnais e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas (2 Coríntios 10.4). Paulo nos ensina sobre a armadura de Deus (Efésios 6.10-18). Os sete aparatos dessa armadura são: (1) verdade, (2) justiça, (3) preparação do evangelho, (4) escudo da fé, (5) capacete da salvação, (6) espada do Espírito, (7) oração e súplica. Hoje nossos gigantes são espirituais e para vencê-los precisamos da armadura correta: a armadura espiritual. 5º passo: Profetizar a vitória. A Bíblia relata que Golias desprezou a Davi e o amaldiçoou dizendo: “Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas-feras do campo.” (1 Samuel 17.44). Frente a essa palavra, Davi poderia ter recuado de medo; entretanto, a confiança que ele tinha em IAVÉ, o Deus da aliança era muito maior do que aquelas ameaças. Davi então teve a reação correta e profetizou dizendo ao filisteu: “Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado. Hoje mesmo, o SENHOR te entregará nas minhas mãos; ferir-te-ei, tirar-te-ei a cabeça e os cadáveres do arraial dos filisteus darei, hoje mesmo, às aves dos céus e às bestas-feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel. (1 Samuel 17.45-46). 6º passo: Reconhecer que Deus luta pelos seus filhos. Davi sempre atribuiu suas vitórias a IAVÉ. Ele jamais confiava no seu próprio braço. Ele declarou para o filisteu: “Saberá toda esta multidão que o SENHOR salva, não com espada, nem com lança; porque do SENHOR é a guerra, e ele vos entregará nas nossas mãos.” (1 Samuel 17.47). Davi sabia que “do SENHOR é a guerra, e ele (o SENHOR) vos entregará nas nossas mãos.” Portanto, Davi soube reconhecer que quem afronta os filhos de Deus, afronta ao próprio Deus vivo. 7º Passo: Enfrentar o gigante. Os passos acima de nada adiantariam se Davi não se dispusesse a enfrentar o gigante. O versos de 48 a 51 relatam como Davi, de forma ousada enfrentou a Golias e de forma esmagadora venceu o filisteu incircunciso de aproximadamente 3 metros de altura. Conclusão. O segredo da vitória está em reconhecer o poder infinito de Deus em relação ao inimigo. A fé nos leva a ver a grandeza de Deus e a fragilidade do inimigo. Nossos inimigos atuais, sejam materiais ou espirituais, terão que se dobrar perante a grandeza do nosso Deus, o SENHOR DOS EXÉRCITOS, porque dEle é a guerra, e Ele mesmo entregará os inimigos nas nossas mãos. Por Pb. Celso Lopes

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Fé versus circunstância

Por Celso Lopes


A Bíblia relata vários casos em que a fé suplantou a circunstância. Neste breve artigo quero compartilhar apenas três situações:

1º) Caso da viúva endividada (2 Reis 4.1-7). Essa mulher tinha acabado de perder o marido e a única “herança” que recebeu dele foi uma dívida e para pagá-la precisaria vender seus filhos como escravos. Foi nessa circunstância que o profeta Eliseu a encontrou, e debaixo da orientação do Espírito ofereceu a solução para aquele problema. A mulher então pela fé, segue as orientações do profeta, crê na sua palavra e a obedece. O resultado foi que Deus lhe deu uma micro-empresa (fábrica de azeite) que foi suficiente para sustentá-la, juntamente com seus filhos para o resto da sua vida.
2º) Caso da fome que veio sobre Samaria (2 Reis 6.24-33; 7.1-20). Nessa ocasião, o rei da Síria, com todo o seu exército sitiou a cidade de Samaria trazendo grande fome naquela região a ponto de duzentos gramas de esterco custar cinco barras de prata (2 Reis 6.25b, NTLH). Pois bem, a circunstância era de extrema necessidade, a carestia provocava a fome. Entretanto, novamente um homem de fé profetiza assim: "Amanhã a esta hora, você poderá comprar em Samaria três quilos e meio do melhor trigo ou sete quilos de cevada por uma barra de prata." (2 Reis 7.1b. NTLH). Mais uma vez podemos notar a fé suplantando a circunstância. A ousadia do profeta foi impressionante, pois como poderia uma situação como aquela mudar de um dia para o outro? Pois bem, conforme relatado em 2 Reis 7.18, se cumpriu de forma exata e o povo teve o que comer no outro dia.
3º) Caso do cego Bartimeu (Marcos 10.46-52). Bartimeu, visando obter a cura dos seus olhos, ao ouvir que Jesus passaria pelo caminho onde estava ficou na expectativa e certamente planejando como atrairia a atenção do Senhor. Ao perceber que Jesus estava passando pelo caminho pôs-se a clamar:”Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Marcos 10.47). Vale lembrar que uma grande multidão seguia a Jesus e muitos repreenderam Bartimeu; porém sua fé foi além, ao ponto de Jesus chamá-lo. O resultado todos sabemos: a fé de Bartimeu o salvou e imediatamente tornou a ver (Marcos 10.52).
Portanto, a fé vai além das circunstâncias, pois através dela podemos contemplar o poder e as promessas de Deus.
“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” (Hebreus 11.6).

sábado, 3 de novembro de 2007

A autoridade do Pai no Filho

Por Celso Lopes
A autoridade suprema pertence a Deus. Somente Ele pode conferi-la a alguém. Dentro de Seu soberano propósito, essa autoridade Ele conferiu a Seu Filho, Jesus Cristo. Observe isso nos seguintes versículos:
“Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem” (João 5.26-27).
“Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste” (João 17.1-2).
“Respondeu Jesus: Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fosse dada; por isso, quem me entregou a ti maior pecado tem” (João 19.11).
“Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Filipenses 2.9-11).
“Todos ficaram grandemente admirados e comentavam entre si, dizendo: Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem?” (Lucas 4.36).
“Mas, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados - disse ao paralítico: Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa” (Lucas 5.24)

Portanto, fica evidente que o Pai outorgou Sua autoridade ao Filho, e essa mesma autoridade, Jesus, mais tarde irá conferir à Igreja.