domingo, 11 de agosto de 2013
Te amo, pai..., meu exemplo!
Pai...
Uma palavra tão forte e cheia de significados. Hoje é um dia especial! Dia de quem um dia me amou ao me ver nascendo; mesmo sem jeito me pegou no colo e me trouxe ao mundo com muito amor e carinho. Dia de quem um dia limpou as minhas fraldas sujas, mesmo não sendo com a mesma delicadeza da mamãe. Mas o que seria de uma mãe sem um pai? O que seria de uma filha sem o pai? Para mim: Nada!
Pai, hoje eu quero lhe agradecer pelo exemplo que o senhor é para mim. O senhor é muito importante na minha vida, pois é aquele que ora comigo antes de dormir e dessas orações me mostra o quão importante é seguir os caminhos do Senhor. Nunca me esqueço de quando eu era pequenininha e o senhor me ensinou os primeiros versículos,...aqueles que eu nunca vou esquecer e com certeza vou ensinar para os meus filhos. E quando o senhor me contou a historinha do cachorrinho yellow antes de dormir? Foi tão legal...rs. Eu vejo e reconheço que o senhor sempre quer o meu bem, por isso os conselhos e as repreensões. Mesmo que reclamando as vezes quero te agradecer por cada uma das repreensões. Através disso vejo o quanto me ama e o quanto se preocupa comigo. Obrigada pai, por estar sempre ao meu lado me ajudando em tudo o que eu preciso. O seu papel de pai na minha vida está sendo essencial, e nada melhor do que ter um pai como o senhor: inteligente, que ama a Deus acima de tudo (e demostra isso), que ensina a mim e a meus irmãos o verdadeiro e único Caminho, que é Cristo. E acima de tudo, escolheu a minha mãe para ser sua esposa e através desse selo trouxe vida a mim, ao Lucas e à Letícia. Obrigada pai por sempre procurar ser o melhor sacerdote real da nossa casa. Eu te amo muito! Meu exemplo, meu pai! Obrigada por tudo. Feliz dia do melhor pai.De sua eterna princesinha. Te Amo!
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Como Deus atua quando jejuamos 4/4
“Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o Senhor;...” (1 Samuel 2. 12).
Deus reprovou duramente as atitudes dos filhos de Eli, a ponto de trazer a seguinte mensagem a Samuel: “Eis que vou fazer uma coisa em Israel, a qual todo o que a ouvir lhe tinirão ambos os ouvidos. Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei. Porque já lhe disse que julgarei a sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele os não repreendeu” (1 Samuel 3. 11 - 14).
Samuel, ainda menino, relatou então a sua visão a Eli. E disse Eli: “É o Senhor faça o que bem lhe aprouver” (1 Samuel 3. 18).
A partir do capítulo quatro de 1 Samuel até o final do capítulo seis podemos verificar o cumprimento da visão que Deus deu através de Samuel:
1. Os filisteus derrotam os israelitas (1 Samuel 4. 2);
2. A Arca da Aliança é tomada. Hofni e Finéias são mortos (1 Samuel 4. 10-11);
3. A morte de Eli (1 Samuel 4. 18);
4. Tristeza da mulher de Finéias, a qual dá a luz um filho, chamado Icabô que significa: “Nenhuma glória” ou “Onde está a glória” (1 Samuel 4. 19-22);
5. A arca é levada para a casa de Dagom (1 Samuel 5. 1 e 2);
6. A arca é transportada para fora da terra dos filisteus (1 Samuel 6).
No capítulo sete vemos que Samuel exortou o povo ao arrependimento e desafiou para que todos jejuassem e confessassem os seus pecados. “Então disseram os filhos de Israel a Samuel: Não cesses de clamar ao Senhor, nosso Deus, por nós, para que nos livre da mão dos filisteus” (1 Samuel 7. 8).
Como resultado do arrependimento, Deus transformou a derrota em vitória. Samuel sacrificou um cordeiro em holocausto ao Senhor. “Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegaram à peleja contra Israel; mas trovejou o Senhor aquele dia com grande estampido sobre os filisteus e os aterrou de tal modo, que foram derrotados diante dos filhos de Israel” (1 Samuel 7. 10-11).
Quando confiamos no Senhor e O buscamos Ele luta por nós.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Como Deus atua quando jejuamos 3/4
Neemias, assim como Esdras era um homem temente a Deus e dedicado à oração; além disso, tinha outra virtude, que alegra muito o coração de Deus: amava intensamente os seus irmãos.
Amava de tal forma que não media esforços para ver a felicidade do povo judeu. Nos primeiros versículos do capítulo 1 do livro de Neemias, podemos observar o quanto Neemias estava ansioso para saber notícias acerca dos judeus que não foram levados de Jerusalém para o exílio na Babilônia, bem como da própria cidade de Jerusalém.
Quando Hanani e outros judeus vieram para Susã onde Neemias servia como copeiro do rei, deram a seguinte notícia sobre os judeus e sobre a cidade: “Os restantes, que não foram levados para o exílio e se acham lá na província, estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas, queimadas.”(Neemias 1. 3)
Esse relato feriu tremendamente o coração de Neemias, a ponto de lamentar, chorar, jejuar e orar por alguns dias (Neemias 1. 4). Neemias deixa claro na sua oração que tal destruição tinha ocorrido por desobediência às Leis de Deus.
Provavelmente, Neemias orou e jejuou mais de quatro meses, depois disso Deus começou a operar maravilhosamente a fim de enviá-lo para liderar a restauração de Jerusalém, a reconstrução do muro e do Templo.
O arrependimento e a humilhação perante Deus trazem restauração. Deus muda o seu parecer quando humildemente O buscamos.
Veja como Deus atuou e como usou Neemias na reconstrução de Jerusalém:
Como Deus atuou? Primeiro momento: em Susã:
1. O rei Artaxerxes observou que Neemias estava triste (Neemias 2. 2-3);
2. O rei se ofereceu para ajudar Neemias (Neemias 2. 4-6);
3. O rei escreve cartas para os governadores pedindo permissão para que Neemias pudesse passar além do rio e chegar em Judá, e para Asafe (guarda da floresta do rei) a fim de que desse madeira para as vigas das portas do castelo e para o muro da cidade e para a casa que haveria de ocupar (Neemias 2. 7-8).
Como Deus atuou? Segundo momento: em Jerusalém:
1. O povo reconheceu que Deus havia enviado Neemias para reconstruir o muro (Neemias 2. 17-18);
2. Unidade do povo (Neemias 4. 6);
3. Estratégia correta para a construção do muro em tempo recorde: cinquenta e dois dias (Neemias 6. 15);
4. Os inimigos reconhecem que Deus opera em favor dos seus filhos (Neemias 6. 16).
Vale ressaltar que Neemias enfrentou séria oposição de Sambalate, Tobias, Gesém e muitos outros inimigos. A Bíblia relata que Sambalate ardeu em ira quando soube que o muro estava sendo edificado (Neemias 4. 1).
Deus quer nos ensinar que os inimigos existem e estão prontos a pelejar contra a obra que estamos realizando para Deus. Quando, porém, estamos com o coração voltado para o Reino, enfrentamos oposição de todos os lados.
Nesses momentos é importante termos a consciência de que nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra hostes espirituais, que cedem quando humildemente buscamos a Deus através do jejum e da oração. Aquele que não tem esse discernimento corre sério perigo de não conseguir “construir o muro” que Deus lhe confiou. Surge então o desânimo e o plano de Deus é prejudicado.
sábado, 20 de julho de 2013
Como Deus atua quando jejuamos 2/4
Deus confiou a Esdras uma grande tarefa: conduzir o povo (aproximadamente 1.400 homens, fora mulheres e crianças) de Babilônia até Jerusalém.
Esdras era sacerdote, escriba versado na Lei de Moisés, por isso era um homem que além de conhecer a Deus e aos seus mandamentos, tinha um coração aberto para obedecer e confiar plenamente em Deus. Veja o seguinte relato em Esdras 7. 10: “Porque Esdras tinha disposto o coração para buscar a Lei do Senhor, e para a cumprir, e para ensinar em Israel os seus estatutos e os seus juízos”.
Esdras confiava tanto na proteção divina que declarou o seguinte ao rei Artaxerxes: “A boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas a sua força e a sua ira, contra todos os que o abandonam.” (Esdras 8. 22b).
A declaração de Esdras ao rei foi uma declaração de fé; pois conduzir esse grande número de pessoas de Babilônia até Jerusalém, não seria nada fácil.
Esdras sabia que podia contar com o rei, a ponto de ter um exército de cavaleiros para os defenderem durante toda a viagem; pois eles fariam um longo percurso (cerca de 1.000 Km, de Babilônia até Jerusalém, em linha reta), carregando: “[...] seiscentos e cinqüenta talentos de prata (28.600Kg) e, em objetos de prata, cem talentos (4.400 Kg), além de cem talentos de ouro (4.900 Kg); e vinte taças de ouro de mil daricos (8,5 Kg) e dois objetos de lustroso e fino bronze, tão precioso como ouro.” (Esdras 8. 26-27).
Entretanto, Esdras preferiu confiar plenamente em Deus; por isso, sabendo do perigo que estavam correndo, resolveu apregoar um jejum, provavelmente de três dias (Esdras 8. 15) pedindo a proteção divina. E como sempre, Deus novamente atuou; veja o relato do próprio Esdras: “Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos e para tudo o que era nosso” (Esdras 8. 21).
Como resultado desse ato de fé, Deus atuou de forma maravilhosa, conduzindo Esdras e todo o povo em plena segurança. Veja: “Partimos do rio Aava, no dia doze do primeiro mês, a fim de irmos para Jerusalém; e a boa mão do nosso Deus estava sobre nós e livrou-nos das mãos dos inimigos e dos que nos armavam ciladas pelo caminho.”(Esdras 8. 31).
Esdras, portanto, nos ensina que vale a pena depender exclusivamente de Deus. A obra que Deus nos confia, para ser realizada com êxito necessita, de nossa parte, plena submissão e confiança.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Como Deus atua quando jejuamos 1/4
A Bíblia relata que Ester perdeu seus pais, e que Mordecai, judeu benjamita, a tomou como filha. Ester era jovem e bela, de grande formosura, por isso achou graça aos olhos do rei Assuero.
“O rei amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou perante ele favor e benevolência mais do que todas as virgens; o rei pôs-lhe na cabeça a coroa real e a fez rainha em lugar de Vasti” (Ester 2. 17).
Vasti foi banida da sua posição de rainha por desobediência à palavra do rei; recusou-se a assistir ao banquete promovido pelo rei. A pedido de Mordecai, Ester não revelou a sua linhagem e nem o seu povo. As providências de Deus acontecem quando Ele pode contar com homens e mulheres que O obedecem.
Mordecai, um dia, assentado à porta do rei ficou sabendo que dois eunucos estavam tramando o assassinato do rei Assuero e contou ao rei. Após investigação, os dois eunucos foram pendurados numa forca e isso foi escrito no livro das Crônicas. Podemos observar a lealdade de Mordecai ao rei, porém, apesar disso, Mordecai não foi recompensado, mas sim Hamã que foi promovido tendo seu posto colocado acima de todos os príncipes.
A partir desse momento todos os servos do rei, que estavam à porta do rei, se inclinavam e se prostravam perante Hamã, porque assim tinha ordenado o rei (logicamente que o rei Assuero era pagão e desconhecia as Leis de Deus).
“Mordecai, porém, não se inclinava nem se prostrava” (Ester 3. 2b). “Vendo, pois, Hamã que Mordecai não se inclinava, nem se prostrava diante dele, encheu-se de furor. Porém teve como pouco, nos seus propósitos, atentar apenas contra Mordecai; por isso, procurou Hamã destruir todos os judeus, povo de Mordecai, que havia em todo o reino de Assuero” (Ester 3. 5-6).
Hamã não perdeu a oportunidade e levou o caso para o rei, e este decretou a morte dos judeus, pois os judeus tinham leis diferentes dos outros povos.
Quando essa terrível notícia se tornou pública, Mordecai, Ester e todo o povo judeu passaram a clamar, pois criam que somente Deus poderia salvar os judeus.
É assim que Deus faz! Quando estamos totalmente impotentes perante os homens, Ele vem e muda totalmente o situação. Pelo esboço abaixo, podemos observar que Deus atua poderosamente quando o seu povo O busca através da oração e do jejum.
Como Deus atuou?
1. Deus interfere no sono do rei. No capítulo seis (Ester 6.1), Deus interferiu no sono do rei, levando-o a ler o livro das Crônicas onde estava registrado que Mordecai tinha denunciado os eunucos que queriam assassinar o rei. Ao saber disso, o rei promove Mordecai e Hamã é envergonhado;
2. Deus moveu o coração do rei. Deus opera no coração do rei o qual permite a presença de Ester (Ester 5. 2). Vale ressaltar que Ester, para entrar na presença do rei, jejuou e orou durante três dias e três noites, não só ela, mas todo o povo judeu (Ester 4. 16);
3. Deus dá sabedoria a Ester. Ester usando de sabedoria convidou o rei e Hamã para um banquete. Nesse banquete Hamã foi denunciado perante o rei (Ester 7. 6);
4. Hamã e condenado. Hamã é enforcado na forca que tinha preparado para Mordecai (Ester 7. 10);
5. O povo judeu se alegrou pela vitória. No capítulo 8. 16-17, o povo judeu comemora a vitória que Deus lhes deu. Foi um dia de banquetes e festas;
6. Deus exaltou Mordecai(Ester 10. 1-3);
7. Outros povos ser converteram ao judaísmo. “Muitos dos povos da terra, se fizeram judeus, porque o temor dos judeus tinha caído sobre eles” (Ester 8. 17).
Conclusão: quando buscamos a Deus através de uma vida totalmente submissa ao Espírito Santo, Ele responde e concede o livramento necessário.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Querida filha
Eu e sua mãe estamos felizes por mais um aniversário que Deus está lhe proporcionando. Louvamos a Deus por sua preciosa vida.
Lembro-me de cada fase da sua vida e também do seu rápido crescimento físico e espiritual. Várias situações me marcaram. Vamos recordar algumas:
1. Seu nascimento. Você antecipou alguns dias, por isso nós não tínhamos ainda o seu nome. Então, eu e sua mãe nos dedicamos a buscar em Deus o nome que Ele queria para você e Deus nos deu: L – A – R – I – S – S – A, um precioso nome que significa: CHEIA DE ALEGRIA. E filha, é exatamente isso que você veio nos trazer: ALEGRIA, que também é parte do fruto do Espírito, aliás é a segunda manifestação, sendo precedido apenas pelo amor.
2. Seus primeiros passos. Lembramo-nos muito bem, lá naquele prédio perto do Colégio Batista, na cozinha do apartamento. Quanta alegria sentimos ao vê-la, ainda indefesa e insegura, mas saíram seus primeiros passinhos.
3. Suas brincadeiras. Lembro-me quando deitado na minha cama, você agachava-se e por traz da guarda da cama, com todo cuidado para não ser percebida, de repente você tocava meus pés, me “acordava” e dizia: belé, belé. Ah! Filha, quantas saudades.
4. Seu novo nascimento e batismo. Agora seu entendimento já era maior. Você sempre mostrou interesse por Deus. Eu e sua mãe tivemos o privilégio de revelar a você o plano de salvação de Deus mediante Seu Filho, Jesus Cristo. Você sempre atenta, em obediência, declarou com a própria boca que Jesus Cristo é seu único e suficiente Salvador e Senhor. Não demorou muito e você cumpre mais uma ordenança e é batizada, pelo Pr. Júnior, lá na Igreja do Taquaral, em nome do Pai, do Filho e do Espírito. Nesse dia o Lucas também foi batizado. Deus continuava enchendo nosso coração de alegria ao ver nossos filhos seguindo o verdadeiro caminho.
5. Seu interesse por Deus. Há alguns meses atrás estávamos no culto de 3ª feira. Você estava sentada ao lado da sua mãe e atenta você observava a mensagem e fazia anotações na sua bíblia. Essa atitude, com certeza, alegrou em muito o coração de Deus e também o meu.
Querida filha, muito ainda poderia ser escrito, mas deixo para você relembrar essas cinco situações.
Finalizo desejando a você um feliz aniversário e muitos anos de vida na presença do nosso Deus e salvador Jesus Cristo.
Com amor verdadeiro,
seu pai.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
O poder da unidade
Nos últimos dias temos visto o povo brasileiro unido, alguns em manifestações pacíficas, outros usando tais manifestações para dar vazão às suas revoltas e instintos impiedosos e agressivos.
A história confirma que a unidade de um povo pode contribuir tanto para o bem como para o mal.
No livro de Gênesis, Capítulo 11, temos o relato de que o povo em unidade de pensamento, intenta construir uma cidade e uma torre – “Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra” (Gênesis 11.4).
À primeira vista, o propósito parecia bom, mas Deus olhando para a intenção desse povo, que dizia: “tornemos célebre o nosso nome”, não aprovou esse projeto; por isso interferiu e o impediu, pois esse propósito tornaria o homem independente do seu Criador.
Veja nos versículos seguintes o poder da unidade: “Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade” (Gênesis 11.6-7).
Porém, nos últimos dias, Deus também promoverá a unidade do seu povo, com um único intento: “[...] para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17.21c).
João relatou no Capítulo 17 do seu evangelho a conhecida oração sacerdotal de Jesus. Nos versículos 20 e 21 a oração de Jesus enfoca a unidade da Igreja, quando ora ao Pai dizendo: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste”.
Portanto, a unidade da Igreja foi uma das prioridades na oração de Jesus e devemos nos esforçar para que ela ocorra de forma intensa no Brasil e no Mundo.
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